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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
alguém quer transformar as quatro paredes numa disco
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
dos impossíveis
Madonna on Basquiat: "He was one of the few people I was truly envious of [...] But he didn't know how good he was and he was plagued with insecurities. He used to say he was jealous of me because music is more accessible and it reached more people. He loathed the idea that art was appreciated by an elite group. When I heard that Jean-Michel had died, I was not surprised. He was too fragile for this world."
photo by Steve Torton
photo by Steve Torton
remember

We are all losers, but the true losers are down there on Wall Street. (...)There is a danger. Don’t fall in love with yourselves. We have a nice time here. But remember, carnivals come cheap. What matters is the day after, when we will have... to return to normal lives. Will there be any changes then? I don’t want you to remember these days, you know, like “Oh, we were young and it was beautiful.” Remember that our basic message is “We are allowed to think about alternatives.”
So all we need is patience. The only thing I’m afraid of is that we will someday just go home and then we will meet once a year, drinking beer, and nostalgically remembering “What a nice time we had here.” Promise yourselves that this will not be the case. We know that people often desire something but do not really want it. Don’t be afraid to really want what you desire.
So all we need is patience. The only thing I’m afraid of is that we will someday just go home and then we will meet once a year, drinking beer, and nostalgically remembering “What a nice time we had here.” Promise yourselves that this will not be the case. We know that people often desire something but do not really want it. Don’t be afraid to really want what you desire.
Declarações de Slavoj Zizek no acampamento do movimento “Ocupar Wall Street”, Outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
da fuga
Sou um evadido.
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi.
Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Por que não se cansar?
Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.
Ser um é cadeia,
Ser eu é não ser.
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.
Fernando Pessoa
sexta-feira, 3 de junho de 2011
ulysses syndrome
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
this is not simply a metaphor

julião sarmento, 2002
interditar a memória.
Tornar a inteligência bela é voltar à não inteligência.
Só é belo o que não é inteligente; porque o inteligente é o não imediato: um passo atrás ou à frente, enquanto o belo é o instante, a superfície tão fina que frente igual a COSTAS, o início é o mesmo que o FIM.
interditar a memória.
a memória é ocupação do espaço.
a memória é o não imediato,
a memória é o inteligente.
O Corpo inteligente é inteligente mas não é corpo porque corpo é estar presente, agora, por completo, e o inteligente, repito o inteligente é o não-imediato, um passo atrás ou à Frente.
a dança não tem Memória.
A criatividade não tem Memória.
O Corpo começa agora no momento que acaba.
O Corpo começa no mesmo sítio que acaba.
O corpo é 1 sítio e 1 tempo e depois 1 outro sítio e 1 outro tempo que não recordam o sítio e o tempo anteriores.
CORPO AMNÉSICO.
Esqueceu porquê aqui e agora.
Aqui e agora e antes nada.
Aqui e agora e depois nada.
CORPO AMNÉSICO e sem projectos.
Cortar-lhe a cadeira dos velhos e o monte donde se vê o FUTURO dos NOVOS.
Um CORPO sem cadeira (não há cansaço porque antes não existiu) e UM CORPO sem VISÃO (o FUTURO é 1 espaço onde ainda não se chegou).
Sem visão não há nenhum lado onde se chegar, e sem cadeira não há sítio onde descansar, portanto só resta ao corpo ser todo aqui e agora e só resta ao corpo dançar.
(Corpo a quem cortaram a cadeira e os olhos).
Tornar a inteligência bela é voltar à não inteligência.
Só é belo o que não é inteligente; porque o inteligente é o não imediato: um passo atrás ou à frente, enquanto o belo é o instante, a superfície tão fina que frente igual a COSTAS, o início é o mesmo que o FIM.
interditar a memória.
a memória é ocupação do espaço.
a memória é o não imediato,
a memória é o inteligente.
O Corpo inteligente é inteligente mas não é corpo porque corpo é estar presente, agora, por completo, e o inteligente, repito o inteligente é o não-imediato, um passo atrás ou à Frente.
a dança não tem Memória.
A criatividade não tem Memória.
O Corpo começa agora no momento que acaba.
O Corpo começa no mesmo sítio que acaba.
O corpo é 1 sítio e 1 tempo e depois 1 outro sítio e 1 outro tempo que não recordam o sítio e o tempo anteriores.
CORPO AMNÉSICO.
Esqueceu porquê aqui e agora.
Aqui e agora e antes nada.
Aqui e agora e depois nada.
CORPO AMNÉSICO e sem projectos.
Cortar-lhe a cadeira dos velhos e o monte donde se vê o FUTURO dos NOVOS.
Um CORPO sem cadeira (não há cansaço porque antes não existiu) e UM CORPO sem VISÃO (o FUTURO é 1 espaço onde ainda não se chegou).
Sem visão não há nenhum lado onde se chegar, e sem cadeira não há sítio onde descansar, portanto só resta ao corpo ser todo aqui e agora e só resta ao corpo dançar.
(Corpo a quem cortaram a cadeira e os olhos).
Gonçalo M. Tavares, «O Livro da Dança», Assírio & Alvim (2001)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
the diver within
Paul Thek, installation view "Ark, Pyramid, Easter - a visiting group show", Museum of Art Lucerne, 1973 © Museum of Art Lucerne
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
há qualquer coisa que se anima
chegamos à hora marcada e sem querermos, rendemos sempre as armas aos minutos que passam.
o livro podia não acabar.
a última página podia não existir.
as coisas boas e doces não deviam ter prazo de validade.
os sons que reverberam pelas nossas veias percorrem os corredores mais escuros da mente.
e algo se ilumina.
as trevas só existem onde a luz não entra. por ser escasso o ar que se respira.
a música cura tudo. a arte é o mercurocromo de uma alma entristecida.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
small steps
|| HOW TO WRITE A MANIFESTO
Julian Hanna in CQN #3
“Here are ten essential steps to writing your own:
(…)
4 [steal, don't quote]
Manifestos have no idols. They do not exhibit reverence; they only invite reverence. (…) This is not a classroom essay, and there is no time for careful footnotes. This is the revolution!”
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