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sábado, 4 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
heart of glass
Once I had a love and it was a gas
Soon turned out had a heart of glass
Seemed like the real thing, only to find
Much of mistrust, love's gone behind
Once I had a love and it was divine
Soon found out I was losing my mind
It seemed like the real thing but I was so blind
Much of mistrust, love's gone behind
In between
What I find is pleasing and I'm feeling fine
Love is so confusing there's no peace of mind
If I fear I'm losing you it's just no good
You teasing like you do
Blondie
Soon turned out had a heart of glass
Seemed like the real thing, only to find
Much of mistrust, love's gone behind
Once I had a love and it was divine
Soon found out I was losing my mind
It seemed like the real thing but I was so blind
Much of mistrust, love's gone behind
In between
What I find is pleasing and I'm feeling fine
Love is so confusing there's no peace of mind
If I fear I'm losing you it's just no good
You teasing like you do
Blondie
domingo, 18 de dezembro de 2011
do que nos deixaram nas mãos
estou agora a ler as vossas mensagens. o que deixaram escrito no papel, nas paredes, através de vibração ou letras. e tudo me leva a crer que do que existe e resiste, as nossas gargalhadas e os passos de dança, as confissões e os abraços à maggie serão o melhor começo desta casa.
obrigada. por me deixarem assim. por deixarem connosco um pouco daquilo que sentem e são.
eternos já são os momentos. como estes.

e


eeeh pá!! esquecemo-nos do dartacão!!
obrigada. por me deixarem assim. por deixarem connosco um pouco daquilo que sentem e são.
eternos já são os momentos. como estes.
e
eeeh pá!! esquecemo-nos do dartacão!!
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sábado, 17 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
do clubbing
sábado, 26 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
a velha senhora
Permaneço ali, sentada à mesa com a mão no queixo, apenas fisicamente porque a minha alma desprendeu-se do corpo e viajou, numa velocidade incrível, por lugares que eu jamais pensei que voltaria e que agora tenho absoluta certeza que jamais esquecerei.
São 16h22m, tenho que ir. Recolho os meus pensamentos e deixo a velha senhora a pensar por ela e por mim. Levanto e saio lentamente. Passo pela minha companheira de pensamentos e sinto vontade de interromper a sua “viagem” com um delicado e carinhoso boa tarde, mas desisto e sigo o meu caminho.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
su(Risos) #1
vira-te lá do avesso a ver se mexe
como é que eu descalço esta bota se não trouxe a descalçadeira?
se me perguntares a mim, es...... o gajo, pá!!!
como é que eu descalço esta bota se não trouxe a descalçadeira?
se me perguntares a mim, es...... o gajo, pá!!!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
a deus
Esperar ou vir esperar querer ou vir querer-te
vou perdendo a noção desta subtileza.
Aqui chegado até eu venho ver se me apareço
e o facto com que virei preocupa-me, pois chove miudinho
Muita vez vim esperar-te e não houve chegada
De outras, esperei-me eu e não apareci
embora bem procurado entre os mais que passavam.
Se algum de nós vier hoje é já bastante
Como comboio e como subtileza
Que dê o nome e espere. Talvez apareça.
cesariny
vou perdendo a noção desta subtileza.
Aqui chegado até eu venho ver se me apareço
e o facto com que virei preocupa-me, pois chove miudinho
Muita vez vim esperar-te e não houve chegada
De outras, esperei-me eu e não apareci
embora bem procurado entre os mais que passavam.
Se algum de nós vier hoje é já bastante
Como comboio e como subtileza
Que dê o nome e espere. Talvez apareça.
cesariny
mira gaia
Num conto da mitologia Indostânica, um Ogre explica onde se encontra a sua alma: “A vinte e cinco léguas daqui há uma árvore. Rondam essa árvore tigres e ursos, escorpiões e serpentes. Na copa da árvore está enroscada uma serpente enorme; sobre a sua cabeça está uma jaula e na jaula um pássaro; a minha alma está dentro do pássaro."
porque deitava o olhar sobre as coisas.
à noite
quarta-feira, 29 de junho de 2011
e houve uma noite em que a canon caiu no molho da francesinha
Então, eu comia o Porto. Ali à beira do Douro, abria a boca e enchia-a com o Porto. Pousava-o sobre a língua e mastigava-o com cuidado, para não causar estragos na Torre dos Clérigos, no Pavilhão Rosa Mota ou na estátua do leão e da águia da Boavista. Os portuenses haviam de acreditar que o céu da minha boca era um dia de outono nublado e continuariam a fazer a sua vida normal, voltariam para casa à hora certa do relógio de pulso e os autocarros continuariam a subir e a descer os Aliados sem perturbação. O momento de engolir o Porto seria sereno para a cidade e, para mim, seria o instante em que a memória do seu gosto se tornaria efectiva. O Porto não saberia a molho de francesinha, muito menos a tripas ou a vinho doce, teria um gosto composto por múltiplo, intenso e contraditório, composto por perífrase, hipérbole e oximoro. Eu fechava os olhos, claro, para sentir analiticamente o gosto do Porto. Passava bastante tempo assim, o silêncio tinha vagar para rodear-me.
josé luís peixoto
terça-feira, 14 de junho de 2011
em casa há milagres
daqueles que vêem iluminar-se o rosto de pessoas de vidas duras. no bairro percebe-se a alegria de dentro.
vive-se os santos. o alarido. a berraria.
vimos tudo da janela.
descemos, corremos, abraçámos a noite e percebemos o momento.
dissemos-lhes adeus a perder de vista.
não existe mais nada além dele. os que persistem. vivem eternamente. sobrevivem do alto. de tudo. da imensidão que nos assiste.
levo esta gente comigo. levo-nos comigo.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
ulysses syndrome
nicolas jaar @ lux
domingo, 22 de maio de 2011
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