no one knows \m/
Antena 3.
hoje avançamos aquela que poderá ser uma das melhores noticias do ano para muitos, no que respeita a festivais e concertos para 2013.
Como Rádio Oficial do Festival Super Bock Super Rock anunciamos em primeira mão a vinda dos Queens of the Stone Age ao festival, com actuação marcada para dia 20 de Julho!
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
lembrete antes do mexefest. queriam o são jorge só para corridas 100 metros barreiras entre salas, não? :)
antestreia exclusiva em Portugal de On The
Road, adaptação há muito esperada do livro de Jack Kerouac (1922-1969),
que conta no elenco com Viggo Mortensen, Kirsten Dunst, Sam Riley ou
Kristen Stewart, é um dos destaques do Festival LER 25
na Revista Ler
Anos/25 Filmes. Seis dias (de 4 a 9 de dezembro) de cinema e
literatura, de portas bem abertas no Cinema São Jorge, em coprodução com
a EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa. Ao filme realizado por Walter
Salles juntam-se uma seleção de Pedro Mexia (24 filmes, de Matar ou Não
Matar, de Nicholas Ray, a Tess, de Roman Polanski, passando por Vidas em
Fúria, de Stephen Frears, ou A Corte do Norte, de João Botelho), a
entrevista de Carlos Vaz Marques a António Lobo Antunes (ao vivo), a
conferência de Gonçalo M. Tavares, os concertos das bandas dos
escritores Afonso Cruz (The Soaked Lamb) e Jacinto Lucas Pires (Os
Quais), bem como o espetáculo de David Santos (Noiserv), autor de alguns
dos temas musicais de José & Pilar – três concertos em parceria com
o Festival Vodafone Mexefest;a emissão em direto de «Prova Oral»,
programa de rádio de Fernando Alvim, e mais debates, tertúlias,
exposições, contadores de histórias e uma feira do livro.
na Revista Ler
hoje. tentar não tropeçar na linha do eléctrico e convidá-lo para o cafézinho after-hours na Praça das Flores.
Willem Dafoe lê poemas de Alfred Brendel às 19h no Museu de História Natural e da Ciência. O bilhete custa 2€.
«Os poemas de Alfred Brendel são uma delícia. A sua voz é maravilhosamente excêntrica, gracejadora, maliciosa, irrequieta – os mesmos dedos brilhantes fazem um novo som.»
Harold Pinter, dramaturgo, prémio Nobel da Literatura
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
receber no mesmo dia
aquela notícia de que se tiram licenciaturas numa tarde
e de que os depeche vêm ao alive é total reconhecimento dos dias esquizo que se vivem por aqui :)
e de que os depeche vêm ao alive é total reconhecimento dos dias esquizo que se vivem por aqui :)
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
aterrar*
entre o cinema francês e o doc, as jameson urban routes e o resto, agradece-se um tempinho para respirar no aniversário, ok?
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
quando uma mulher se distrai com o que é importante na bida.
e ainda me perguntam porque é que ainda não fiz o mal-fadado post sobre os ornatos em coura.
é que na verdade. é isto amigos. é isto que se passa ultimamente.
(e a lia que me perdoe, mas se vou falar dos violetas, ai os dead combo sim, foram a verdadeira descida ao doce dos infernos de quente e bom****)
olha. e não é que já quase estava a fazer o raio do post?
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
coura(aça)
deve ser das botas de combate na lama :)
traz ao de cimo o rambo que há em mim.
ou será a g.i. jane? a noiva, de sabre na mão?
uma dessas, vá.
a chéu foi à vila.
por lá toma-se banho quente, diz ela :)
comprou galochas dois números acima porque naquele pezinho, em coura não há quem caiba.
chegou-me de cabelo a escorrer ainda.
brilhos nos olhos, galochas em pontas. nunca visto.
diz que são oito. cinco tendas. à vez, chamam-se para jantar. deixam o palco e rumam ao campismo para a refeição como as famílias ao domingo.
por ali dançámos kitty coiso até não poder mais.
some beautiful shit rises again!!
nós, às 6 e picos já estávamos surdos pela voz soulista do palco secundário, que de pequeno não tem nada. é de gente grande, enorme hoje.
acotovelámos o ruivo dos koc para ver midlake e por ali dançámos mais, até a fome nos levar vale acima.
e de tanto furarmos, lá te consegui mostrar watson. o grande mistério caía diante dos nossos olhos mais uma vez: como conseguir no meio de milhares ouvir apenas uma alminha que canta.
algures à espera de dEUS, um grupo enorme e esganiçado ao nosso lado faz contagem decrescente e berra ao chegar a zero - «feliz ano novo!!»
canta aquela!!!
a lia lá anda, a escrever de um palco para o outro.
irra, que se pudéssemos fazer reset ao ano, aos meses, aos dias, à vida, que fosse por ali entre montes e vales e vacas e rios de águas cheias de gente que ri à gargalhada e toca guitarra para quem passa ouvir.
ouve-se poesia porno e desconexa na relva. há um barbeiro a cortar cabelos e a deixá-los voar até ao tabuão. é o woodstock de muita gente. é o glastonbury dos que trazem o kit impermeável.
amar coura todos os anos é amar o que somos de simples.
somos pele, carne, osso, respiramos e a chuva.... essa sempre passa.
mas regressa. como nós *
comprou galochas dois números acima porque naquele pezinho, em coura não há quem caiba.
chegou-me de cabelo a escorrer ainda.
brilhos nos olhos, galochas em pontas. nunca visto.
diz que são oito. cinco tendas. à vez, chamam-se para jantar. deixam o palco e rumam ao campismo para a refeição como as famílias ao domingo.
por ali dançámos kitty coiso até não poder mais.
some beautiful shit rises again!!
nós, às 6 e picos já estávamos surdos pela voz soulista do palco secundário, que de pequeno não tem nada. é de gente grande, enorme hoje.
acotovelámos o ruivo dos koc para ver midlake e por ali dançámos mais, até a fome nos levar vale acima.
e de tanto furarmos, lá te consegui mostrar watson. o grande mistério caía diante dos nossos olhos mais uma vez: como conseguir no meio de milhares ouvir apenas uma alminha que canta.
algures à espera de dEUS, um grupo enorme e esganiçado ao nosso lado faz contagem decrescente e berra ao chegar a zero - «feliz ano novo!!»
canta aquela!!!
a lia lá anda, a escrever de um palco para o outro.
irra, que se pudéssemos fazer reset ao ano, aos meses, aos dias, à vida, que fosse por ali entre montes e vales e vacas e rios de águas cheias de gente que ri à gargalhada e toca guitarra para quem passa ouvir.
ouve-se poesia porno e desconexa na relva. há um barbeiro a cortar cabelos e a deixá-los voar até ao tabuão. é o woodstock de muita gente. é o glastonbury dos que trazem o kit impermeável.
amar coura todos os anos é amar o que somos de simples.
somos pele, carne, osso, respiramos e a chuva.... essa sempre passa.
mas regressa. como nós *
tu nem sequer sabias da existência de dEUS
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aqui respira-se
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
galochas @ paredes de coura \o/
o desafio de contornar poças equivale cada vez mais à vontade de nos atirarmos ao taboão de olhos fechados e mãos atrás das costas até os pulmões precisarem de vir à tona outra vez.
:)))
:)))
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o nosso portugalito,
porto
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
pelos lados do sw tmn @ zambujeira do mar.
glen hansard & eddie vedder (e a corrida que demos para o palco entre o fallafell e os teus braços que me levantaram os pés no ar!)
best youth
nicolas jaar (live)
eddie vedder
eddie vedder & glen hansard
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eddie vedder
eddie vedder & glen hansard
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