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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
é ir*
e felicidade de te rever no palco.*
Um hino à imaturidade dos amantes a partir do drama trágico "Penthesilea" (1808) de Heinrich von Kleist. O autor, inspirando-se provavelmente na passagem de Penthesilea pelo poema épico "Posthomerica" de Quintus Smyrnaeus e na herança imagética de Séneca, nomeadamente nas descrições sangrentas, subverte o mito clássico de que a rainha das Amazonas morreria pela espada de Aquiles durante a guerra de Tróia.
Na peça do dramaturgo
alemão, é Aquiles quem é brutalmente desmembrado pela rainha confusa por
experimentar sentimentos novos e obcecada pela conquista que a sua
tradição lhe exige. Em cena, soam as vozes de uma poderosa luta entre o
belo e o terrível, a razão e a emoção, a sociedade e os afectos.
A filosofia mistura-se com a poesia que se mistura com a psicologia, num espectáculo que sublinha, sobretudo, a evidência de que os homens dificilmente conseguirão resolver a sua relação com a liberdade. Parafraseando Oscar Wilde, é caso para se dizer “Each man kills the thing he loves” (Todos os homens matam o que amam).
É urgente ler.
A filosofia mistura-se com a poesia que se mistura com a psicologia, num espectáculo que sublinha, sobretudo, a evidência de que os homens dificilmente conseguirão resolver a sua relação com a liberdade. Parafraseando Oscar Wilde, é caso para se dizer “Each man kills the thing he loves” (Todos os homens matam o que amam).
É urgente ler.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
derrapagem.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
só nós 80 mil é que sabemos.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
clubbing 26-05-12 @ casa da música
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
su
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
as vontadinhas todas...
domingo, 10 de abril de 2011
ac/dc
sexta-feira, 8 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
a varanda de julieta
uma vez, entrei em verona para não entrar
em veneza. Entre o vê de verona e o vê
de veneza optei por ver verona. Gostei da
coincidência das consoantes na janela
de julieta; e sei que em veneza não ouviria
o vento da vingança, nem provaria o veneno
de uma volúpia que só em verona se
desvenece com a vida. Não há canais em
verona, como em veneza; nem há janelas
em veneza, como em verona; mas julieta
espreita a rua, da janela que é sua, e se
ninguém diz a senha que só ela sabe, agita
o lenço molhado pelas lágrimas que as
nuvens bebem, levando-as de verona até
veneza, onde a chuva as deita nos canais.
nuno júdice
sexta-feira, 25 de março de 2011
ana/julieta
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