Mostrar mensagens com a etiqueta tv. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tv. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

o pacheco pereira

acaba de dizer laissezfaire, laissezpasser (tudo junto e a reboque e sem respirar nem pausa para engolir a saliva).
juro que gostava de conseguir transcrever o sotaque com que o regurgitou, mas confesso que nem tentando muito com muita dedicação e toda a vontade de gozar com esta gente que bota discurso e compete pela taça do mais idiota de cabelo grisalho e barrigudo sem tacho político há demasiado tempo na tv portuguesa.

o gajo esqueceu-se do aller... tristeza pá. tristeza.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

a minha sorte digo-te eu qual foi.
















tínhamos o prato no colo e acredita que se o segundo arrepio vinha com a intensidade do primeiro, era o bom e o bonito para não desatar a chorar ali mesmo à tua frente, comida espalhada, as tuas gargalhadas e o espinafre que te soube tão bem, sem gracinha nenhuma a decorar o tapete da sala!

dasse!!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

de hoje *

As canções e os poemas ignoram tanto acerca do amor. Como se explica, por exemplo, que não falem dos serões a ver televisão no sofá? Não há explicação. O amor também é estar no sofá, tapados pela mesma manta, a ver séries más ou filmes maus. Talvez chova lá fora, talvez faça frio, não importa. O sofá é quentinho e fica mesmo à frente de um aparelho onde passam as séries e os filmes mais parvos que já se fizeram. Daqui a pouco começam as televendas, também servem.

josé luís peixoto

domingo, 3 de junho de 2012

quarta-feira, 23 de maio de 2012

sábado, 19 de maio de 2012

é óbvio que até o episódio terminar, ele escolhe a outra.

jack: A smug, 40-year-old bridesmaid. What a treat for everyone. Yes, Lemon, I am with Nancy now.liz: What made up your mind?  jack:Well, I decided that any decision was better than no decision at all.  liz:Huh, I don't know, Jack. I used to feel that way too. But now, I know you can't force your fate. You just have to let it wash over you. Like a spray tan that won't take because your skin is too oily. jack:That's absurd, Lemon. The world is made by those who control their own destiny. It isn't made by those who don't do, it's made by those who do doWhich is what made me the man I am. I do do. liz:Yeah. jack:Grow up, Lemon.The point is, I've made my choice, and I'm not looking back, period.  liz:  Period.   30 Rock  

quinta-feira, 17 de maio de 2012

assisto a um documentário com a laurie anderson na 2.

apetece entrar por ali adentro e passar o resto das horas da noite a pensar no que raio fazemos da vida quando não a ouvimos. nem lemos. nem queremos. só para nós. egoístas de um raio.

domingo, 13 de maio de 2012

amar-te por dentro e por fora. apesar de.

há 3 semanas seguidas que tento subir os aliados a um sábado à noite e o fcp não me deixa.


por outro lado, os meus dead combo finalmente são vistos pelo mundo inteiro e arrastam lisboa com eles aos olhos daquela que trago comigo todas as noites ao adormecer. a sua luz que me acorda <3

sexta-feira, 30 de março de 2012

os ratos, david, os ratos e a cidade.



Uma das coisas que gosto na Nova Iorque de antes é a escuridão e sujidade. O lixo é uma parte importante da história da cidade e uma das primeiras coisas que as pessoas de fora citam como razão para não gostarem de Nova Iorque. Isto a propósito do vídeo aqui em cima. We Care About New York é um PSA de 1991 realizado pelo David Lynch a propósito do problema de ratos. Não queria já usar a palavra lynchiano, mas acho que se adequa. Ter o Lynch a fazer um anúncio é um bocado como ter o Dalí a abrir um restaurante, o Bart Simpson a dar lições de remo ou o JJ Abrams a inventar uma série tipo Felicity — esperem, isso aconteceu mesmo!

sexta-feira, 23 de março de 2012

o cansaço da comunicação diz-nos que por trás das palavras, existe o verdadeiro silêncio. a voz de dentro.



(...) Já um acto religioso é muito diferente ao ar livre ou no interior de uma catedral. Mas a TV é algo de minúsculo e trivial como o sofá donde a presenciamos. Diremos assim e em resumo que a TV é um instrumento redutor. Porque tudo o que passa por lá chega até nós diminuído e desvalorizado no que lhe é essencial. E a maior razão disso não está nas reduzidas dimensões do ecrã, mas no facto de a «caixa revolucionadora» ser um objecto entre os objectos de uma sala.

Mas por sobre todos os males que nos infligiu, ergue-se o da promoção do analfabetismo. Ser é um acto difícil e olhar o boneco não dá trabalho nenhum. Ler exige a colaboração da memória, do entendimento e da imaginação. A TV dispensa tudo. Uma simples frase como «o homem subiu a escada» exige a decifração de cada palavra, a relação das anteriores até se ler a última e a figuração do seu sentido e imagem correspondente.

Mas na TV dá-se tudo de uma vez sem nós termos de trabalhar. Mas cada nossa faculdade, posta em desuso, chega ao desuso maior que é deixar de existir. Mas ser homem simplesmente é muito trabalhoso. E o mais cómodo é ser suíno...

Vergílio Ferreira, Escrever

quinta-feira, 8 de março de 2012

vocês aí em baixo não sabem

mas aqui, mesmo sem querermos, temos em casa o porto canal...
calhou-me no zapp uma coisa de stand up que se chama bolhão rouge...

«eu taba ao tefone a ber tubisão e passou o tuférico à minha beira.

e bocê num deu? - num dei mas quaise.»

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011